Mostrar mensagens com a etiqueta Diversidade nas plantas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Diversidade nas plantas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 5 de março de 2013

Plantas

Apresentacao_plantas1 by brisa_do_mar


Plantas: Importância das plantas; Alimentação das plantas; Fotossíntese; Trocas gasosas; Reprodução das plantas com flor ; Polinização, fecundação e frutificação; Reprodução das plantas sem flor; Dispersão e Germinação.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Ficha de avaliação 5º Ano - Plantas


Ficha de avaliação de Ciências da Natureza 5º Ano - Plantas

Classificação de Folhas


Classificação de Folhas;
quanto ao habitat • quanto à constituição • quanto à composição • quanto ao recorte • quanto à duração • quanto à forma do limbo • quanto às nervuras

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Como são constituídas as plantas com flor?

Na biosfera existe uma grande diversidade de plantas com formas, dimensões e cores muito variadas. As plantas com flor são as que mais se destacam na Natureza pelo facto de apresentarem cores atraentes e libertarem odores.
Geralmente, as plantas com flor são constituídas por quatro órgãos: raiz, caule, folha e flor, a qual dá origem aos frutos e sementes.

A raiz

A raiz é um órgão essencial para as plantas.
As principais funções da raiz são:
  • fixar a planta ao meio onde vive;
  • absorver água com sais minerais dissolvidos (seiva bruta)
  • e, em algumas espécies, armazenar substâncias de reserva.

Numa raiz encontramos zonas distintas, respectivamente:
  • coifa: protege a extremidade da raiz e facilita a penetração no solo;
  • zona de crescimento: permite que a raiz aumente em comprimento;
  • zona pilosa: realiza a absorção de água e sais minerais através dos pêlos absorventes;
  • zona de ramificação: apresenta as raízes secundárias que contribuem para uma melhor fixação da planta ao solo;
  • colo: zona que estabelece a ligação entre a raiz e o caule.
As raízes podem variar quanto à localização, à forma, à dimensão, à espessura e à consistência.

Atendendo à sua localização (meio onde se desenvolvem), as raízes designam-se aquáticas, aéreas ou subterrâneas, sendo estas as mais frequentes.


Raízes aquáticas
Raízes aéreas

Raízes subterrâneas


As raízes subterrâneas podem apresentar formas diversas.
Raiz aprumada
Raiz fasciculada
Assim, uma raiz que apresente uma parte central mais desenvolvida de onde ramificam raízes secundárias designa-se raiz aprumada.
 Se a raiz for constituída por um conjunto de raízes finas e semelhantes com origem na base do caule, não se distinguindo uma raiz principal, denomina-se raiz fasciculada.

terça-feira, 20 de março de 2012

Conheça as árvores emblemáticas de Portugal

Criado como forma de sensibilizar todas as pessoas para a preservação das árvores, o Dia Mundial da Floresta celebra-se esta quarta-feira. Consulte a Infografia Interativa e conheça algumas das espécies emblemáticas que fazem parte do ecossistema português.



Passam 140 anos desde a primeira vez que o Dia da Árvore foi celebrado. O responsável por este feito foi o norte-americano Julius Sterling Morton que, em 1872, lutava contra a desflorestação no estado do Nebraska.

Ao longo dos anos a pegada ambiental humana vai deixando rastos no nosso planeta e, à medida que cada vez mais árvores desaparecem, as emissões de dióxido de carbono aumentam. Isto levou a que a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) tenha criado, a 21 de março, o Dia Mundial da Floresta em 1972, celebrando o aspeto ambiental e ecológico das árvores, organismos demasiado importantes para uma melhor qualidade de vida no nosso dia-a-dia, mas várias vezes esquecidos.

No nosso país, são mais de 350 árvores e arbustos que se distribuem pelo ecossistema português, ocupando cerca de 27% do território. Desempenham importantes serviços ecossistémicos, como a produção de alimento, cortiça, sequestro de carbono, proteção do solo, regulação do ciclo da água, recreio e lazer.

Plantar árvores é um ato simples, mas com repercussão na vida do planeta. Assim, contribui para a promoção da biodiversidade e, em simultâneo, ajuda a travar o aquecimento global já que, em média, uma única árvore absorve uma tonelada de dióxido de carbono, ao longo da sua vida.

Esta infografia verde que lhe mostramos permite conhecer melhor algumas das espécies autóctones da floresta portuguesa, desde as comuns, caso das oliveiras ou dos amieiros, até às mais raras, por estar em vias de extinção, caso do azereiro, ou precisar de condições bastante próprias para o seu desenvolvimento, como o queijigo.


Ler mais: VISÃO Verde - Conheça as árvores emblemáticas de Portugal

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Diversidade das Plantas

Morfologia das plantas com flor: raiz, caule, folhas e flores.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

As Plantas, Raiz e Caule

Raiz: constituinte das plantas que absorve água e sais minerais, fixa a planta e pode armazenar substâncias de reserva.

Numa raiz distinguem-se cinco zonas:
  • colo – zona de separação entre a raiz e o caule;
  • zona de ramificação – parte da raiz que fixa a planta, onde se desenvolvem as raízes secundárias;
  • zona pilosa – parte da raiz onde existem pêlos absorventes, por onde entra a água e os sais minerais na planta;
  • zona de crescimento – parte da raiz que é capaz de crescer, e que por isso é responsável pelo aumento do comprimento da raiz;
  • coifa – parte resistente e com forma de cone, que protege a ponta da raiz durante o seu crescimento através do solo.
  • quarta-feira, 10 de março de 2010

    Espécies vegetais - Aveleira

    Aveleira, Corylus avellana
    A aveleira é uma pequena árvore, até 12 metros, de folhagem caduca. Aparece de forma espontânea (sem ser cultivada) no Norte do nosso país, em conjunto com outras árvores, como o carvalho e o padreiro. O seu fruto é uma glande e a sua semente a avelã, muito saborosa e rica em gorduras e apreciada por pequenos mamíferos como o esquilo. Para se desenvolver precisa de um clima suave, sem períodos de seca. Por este facto a aveleira é cultivada em regiões mais frescas e húmidas.

    sexta-feira, 20 de março de 2009

    Azevinho - Espécie protegida

    Azevinho - Ilex aquifolium


    Também conhecido como Azevinho espinhoso, Espinha sempre verde, Pica folhas, Pica ratos, Teio, Vidreiro, Visqueiro ou Zebro, esta árvore ou arbusto, de folha persistente, pode atingir mais de 15 metros de altura. Tem uma copa colunar larga, geralmente densa. A espécie desenvolve-se preferencialmente nos matos, bosques, sebes e valados da Europa Ocidental, Central e Meridional. No distrito de Vila Real, nasce de forma espontânea nas serras do Larouco, Barroso, Padrela, Alvão e Marão. O azevinho é uma árvore com folhas, verde-escuras, são quase sempre espinhosas. Possui um tronco direito, ramos horizontais, podendo os inferiores tocarem o solo, permitindo assim a sua propagação por mergulhia. A floração ocorre de Abril a Junho, sendo que as flores, com cerca de seis a oito milímetros, nascem em pequenos grupos nas axilas das folhas. Frutifica de Outubro a Dezembro e o seu fruto, cujo diâmetro oscila entre os sete e dez milímetros, é vermelho brilhante, com três a cinco pequenos lóculos no interior. O fruto amadurece no Inverno e pela sua cor torna-se muito vistoso, em contraste com a tonalidade verde escura das suas folhas. Os frutos possuem uma substância, a ilicina, que os torna tóxicos. A nível ecológico, o azevinho é considerado uma “árvore de sombra”, uma vez que suporta o coberto de árvores maiores. É um arbusto que se dá bem em qualquer solo, preferindo, no entanto, estações com pluviosidade alta ou média, bem como altitudes que não ultrapassem os 1300 metros. Trata-se de uma árvore que pode viver cerca de 300 anos. Normalmente, distingue-se por ser bastante procurada na época natalícia, a tal ponto que corre actualmente o risco de extinção, sendo totalmente proibida a sua colheita no nosso País. O Decreto-Lei nº 423/89 de 4 de Dezembro é categórico e explica que “é proibido, em todo o território do continente, o arranque, o corte total ou parcial, o transporte e a venda do azevinho espontâneo”. Para além disso, pode ler-se ainda que se trata de uma contra-ordenação punível com coima de 100 a 1000 euros, se for violado o disposto no artigo anterior, bem como dez mil euros se a contra-ordenação for praticada por uma pessoa colectiva.
    Fonte: Mensageiro Notícias

    domingo, 8 de março de 2009

    As plantas 2

    As plantas

    Espécies vegetais - Oliveira


    Oliveira, Olea europea L. Var. sylvestris
    A oliveira utilizada para produção de azeite é a Olea europea L. var. europea mas a oliveira selvagem, que existe de forma espontânea em regiões como o vale do rio Sabor é a Olea europea L. var. sylvestris Bot. mais conhecida a nível nacional por zambujeiro. Em Mogadouro são conhecidas por zambulhos e são usadas para enxertia com oliveiras de cultivo porque desenvolvem fortes raízes que permitem cultivar oliveiras em terrenos pobres e rochosos.

    Recursos na Internet:

    Árvores autóctones

    Segue abaixo a listagem de algumas das árvores autóctones mais frequentes da floresta portuguesa:

    Nome comum

    Nome científico

    Espécies da Floresta Mediterrânica e Atlântica

    Azinheira

    Quercus rotundifolia

    Cerejeira-brava

    Prunus avium

    Carvalho-português

    Quercus faginea

    Carvalho-negral

    Quercus pyrenaica

    Carvalho-alvarinho

    Quercus robur

    Medronheiro

    Arbutus unedo

    Pinheiro-manso

    Pinus pinea

    Pinheiro-bravo

    Pinus pinaster

    Zambujeiro

    Olea europaea var. sylvestris

    Sobreiro

    Quercus suber

    Espécies ripícolas – associadas a cursos de água

    Amieiro

    Alnus glutinosa

    Freixo

    Fraxinus angustifolia

    Choupo-negro

    Populus nigra

    Borrazeira-negra

    Salix atrocinerea

    Salgueiro-branco

    Salix alba

    Ulmeiro

    Ulmus minor

    Espécies vegetais - Zimbro


    Zimbro, Juniperus oxycedrus
    O Juniperus oxycedrus, conhecido pelo nome vulgar de cedro-de-espanha, cade, oxicedro ou zimbro-bravo é uma espécie de zimbro, muito variável morfologicamente, formando mato disperso, de 2 a 3 metros de altura ou na forma de pequenas árvores erectas de 10 a 15 m de altura. Distribui-se pela região Mediterrânica, de Marrocos e Portugal até ao sul de França.

    Recursos na Internet:

    Espécies vegetais - Pinheiro bravo


    Pinheiro bravo, Pinus pinaster
    É uma árvore média, alcançando entre 20 a 35 metros. A copa das árvores jovens é piramidal, e nas adultas é arredondada. O tronco está coberto por uma casca espessa, rugosa, de cor castanho-avermelhada e profundamente fendida. A sub-espécie mediterrânica tende a possuir casca mais espessa, que pode ocupar mais de metade da secção do tronco. As suas folhas são folhas persistentes, em forma de agulhas agrupadas aos pares, com 10 a 25 centímetros de comprimento. Tem uma ramificação verticilada, densa, os ramos quando são jovens são muito espaçados e amplos.

    Recursos na Internet:

    Espécies vegetais - Sobreiro


    Sobreiro, Quercus suber
    Árvore de porte médio, com uma copa ampla, com uma altura média de 15 - 20 m. Pode atingir, em casos extremos, os 25 m de altura. O tronco tem uma casca espessa e suberosa, vulgarmente designada por cortiça. As folhas são persistentes, de cor verde-escura, brilhantes nas faces superiores e acinzentadas nas inferiores. Têm uma forma oval, com margem inteira ou ligeiramente serrada ou dentada; e têm indumento. O fruto do sobreiro é a glande, que tem uma forma oval-oblonga e um pedúnculo curto.

    Recursos na Internet: