Planeta Água from guestc79f8f
Blogue de apoio à disciplina de Ciências Naturais, na Escola Básica de 2.º e 3.º Ciclos com Secundário de Vila Flor, em Vila Flor.
quinta-feira, 26 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Azevinho - Espécie protegida
Azevinho - Ilex aquifolium

Também conhecido como Azevinho espinhoso, Espinha sempre verde, Pica folhas, Pica ratos, Teio, Vidreiro, Visqueiro ou Zebro, esta árvore ou arbusto, de folha persistente, pode atingir mais de 15 metros de altura. Tem uma copa colunar larga, geralmente densa. A espécie desenvolve-se preferencialmente nos matos, bosques, sebes e valados da Europa Ocidental, Central e Meridional. No distrito de Vila Real, nasce de forma espontânea nas serras do Larouco, Barroso, Padrela, Alvão e Marão. O azevinho é uma árvore com folhas, verde-escuras, são quase sempre espinhosas. Possui um tronco direito, ramos horizontais, podendo os inferiores tocarem o solo, permitindo assim a sua propagação por mergulhia. A floração ocorre de Abril a Junho, sendo que as flores, com cerca de seis a oito milímetros, nascem em pequenos grupos nas axilas das folhas. Frutifica de Outubro a Dezembro e o seu fruto, cujo diâmetro oscila entre os sete e dez milímetros, é vermelho brilhante, com três a cinco pequenos lóculos no interior. O fruto amadurece no Inverno e pela sua cor torna-se muito vistoso, em contraste com a tonalidade verde escura das suas folhas. Os frutos possuem uma substância, a ilicina, que os torna tóxicos. A nível ecológico, o azevinho é considerado uma “árvore de sombra”, uma vez que suporta o coberto de árvores maiores. É um arbusto que se dá bem em qualquer solo, preferindo, no entanto, estações com pluviosidade alta ou média, bem como altitudes que não ultrapassem os 1300 metros. Trata-se de uma árvore que pode viver cerca de 300 anos. Normalmente, distingue-se por ser bastante procurada na época natalícia, a tal ponto que corre actualmente o risco de extinção, sendo totalmente proibida a sua colheita no nosso País. O Decreto-Lei nº 423/89 de 4 de Dezembro é categórico e explica que “é proibido, em todo o território do continente, o arranque, o corte total ou parcial, o transporte e a venda do azevinho espontâneo”. Para além disso, pode ler-se ainda que se trata de uma contra-ordenação punível com coima de 100 a 1000 euros, se for violado o disposto no artigo anterior, bem como dez mil euros se a contra-ordenação for praticada por uma pessoa colectiva.
Fonte: Mensageiro Notícias

Também conhecido como Azevinho espinhoso, Espinha sempre verde, Pica folhas, Pica ratos, Teio, Vidreiro, Visqueiro ou Zebro, esta árvore ou arbusto, de folha persistente, pode atingir mais de 15 metros de altura. Tem uma copa colunar larga, geralmente densa. A espécie desenvolve-se preferencialmente nos matos, bosques, sebes e valados da Europa Ocidental, Central e Meridional. No distrito de Vila Real, nasce de forma espontânea nas serras do Larouco, Barroso, Padrela, Alvão e Marão. O azevinho é uma árvore com folhas, verde-escuras, são quase sempre espinhosas. Possui um tronco direito, ramos horizontais, podendo os inferiores tocarem o solo, permitindo assim a sua propagação por mergulhia. A floração ocorre de Abril a Junho, sendo que as flores, com cerca de seis a oito milímetros, nascem em pequenos grupos nas axilas das folhas. Frutifica de Outubro a Dezembro e o seu fruto, cujo diâmetro oscila entre os sete e dez milímetros, é vermelho brilhante, com três a cinco pequenos lóculos no interior. O fruto amadurece no Inverno e pela sua cor torna-se muito vistoso, em contraste com a tonalidade verde escura das suas folhas. Os frutos possuem uma substância, a ilicina, que os torna tóxicos. A nível ecológico, o azevinho é considerado uma “árvore de sombra”, uma vez que suporta o coberto de árvores maiores. É um arbusto que se dá bem em qualquer solo, preferindo, no entanto, estações com pluviosidade alta ou média, bem como altitudes que não ultrapassem os 1300 metros. Trata-se de uma árvore que pode viver cerca de 300 anos. Normalmente, distingue-se por ser bastante procurada na época natalícia, a tal ponto que corre actualmente o risco de extinção, sendo totalmente proibida a sua colheita no nosso País. O Decreto-Lei nº 423/89 de 4 de Dezembro é categórico e explica que “é proibido, em todo o território do continente, o arranque, o corte total ou parcial, o transporte e a venda do azevinho espontâneo”. Para além disso, pode ler-se ainda que se trata de uma contra-ordenação punível com coima de 100 a 1000 euros, se for violado o disposto no artigo anterior, bem como dez mil euros se a contra-ordenação for praticada por uma pessoa colectiva.
Fonte: Mensageiro Notícias
domingo, 8 de março de 2009
Espécies vegetais - Oliveira

Oliveira, Olea europea L. Var. sylvestris
A oliveira utilizada para produção de azeite é a Olea europea L. var. europea mas a oliveira selvagem, que existe de forma espontânea em regiões como o vale do rio Sabor é a Olea europea L. var. sylvestris Bot. mais conhecida a nível nacional por zambujeiro. Em Mogadouro são conhecidas por zambulhos e são usadas para enxertia com oliveiras de cultivo porque desenvolvem fortes raízes que permitem cultivar oliveiras em terrenos pobres e rochosos.
Recursos na Internet:
Árvores autóctones
Segue abaixo a listagem de algumas das árvores autóctones mais frequentes da floresta portuguesa:
Nome comum | Nome científico |
Espécies da Floresta Mediterrânica e Atlântica | |
Azinheira | Quercus rotundifolia |
Cerejeira-brava | Prunus avium |
Carvalho-português | Quercus faginea |
Carvalho-negral | Quercus pyrenaica |
Carvalho-alvarinho | Quercus robur |
Medronheiro | Arbutus unedo |
Pinheiro-manso | Pinus pinea |
Pinheiro-bravo | Pinus pinaster |
Zambujeiro | Olea europaea var. sylvestris |
Sobreiro | Quercus suber |
Espécies ripícolas – associadas a cursos de água | |
Amieiro | Alnus glutinosa |
Freixo | Fraxinus angustifolia |
Choupo-negro | Populus nigra |
Borrazeira-negra | Salix atrocinerea |
Salgueiro-branco | Salix alba |
Ulmeiro | Ulmus minor |
Espécies vegetais - Zimbro

Zimbro, Juniperus oxycedrus
O Juniperus oxycedrus, conhecido pelo nome vulgar de cedro-de-espanha, cade, oxicedro ou zimbro-bravo é uma espécie de zimbro, muito variável morfologicamente, formando mato disperso, de 2 a 3 metros de altura ou na forma de pequenas árvores erectas de 10 a 15 m de altura. Distribui-se pela região Mediterrânica, de Marrocos e Portugal até ao sul de França.
Recursos na Internet:
Espécies vegetais - Pinheiro bravo

Pinheiro bravo, Pinus pinaster
É uma árvore média, alcançando entre 20 a 35 metros. A copa das árvores jovens é piramidal, e nas adultas é arredondada. O tronco está coberto por uma casca espessa, rugosa, de cor castanho-avermelhada e profundamente fendida. A sub-espécie mediterrânica tende a possuir casca mais espessa, que pode ocupar mais de metade da secção do tronco. As suas folhas são folhas persistentes, em forma de agulhas agrupadas aos pares, com 10 a 25 centímetros de comprimento. Tem uma ramificação verticilada, densa, os ramos quando são jovens são muito espaçados e amplos.
Recursos na Internet:
Espécies vegetais - Sobreiro

Sobreiro, Quercus suber
Árvore de porte médio, com uma copa ampla, com uma altura média de 15 - 20 m. Pode atingir, em casos extremos, os 25 m de altura. O tronco tem uma casca espessa e suberosa, vulgarmente designada por cortiça. As folhas são persistentes, de cor verde-escura, brilhantes nas faces superiores e acinzentadas nas inferiores. Têm uma forma oval, com margem inteira ou ligeiramente serrada ou dentada; e têm indumento. O fruto do sobreiro é a glande, que tem uma forma oval-oblonga e um pedúnculo curto.
Recursos na Internet:
Espécies vegetais - Castanheiro

Árvore caducifólia de porte mediano podendo atingir 25 a 30 m de altura, mas geralmente imponente quando adulta e isolada; possui copa ampla, larga nos sujeitos isolados. O tronco, grosso, revestido por casca que muda de cor e de textura com a idade, é espesso e direito; os ramos inferiores são compactos e de grande envergadura e os ramos superiores são torcidos.
Recursos na Internet:
Espécies vegetais - Medronheiro

Arbusto ou pequena árvore, até 10 metros, de folhagem persistente, típico das encostas secas do clima mediterrânico. O seu fruto, o medronho, é uma baga comestível mas ácida, de aspecto
granuloso, muito apreciada por algumas aves, como o gaio.
É espontâneo em Portugal e pode ser encontrado um pouco por todo o país. No entanto, no Algarve explora-se comercialmente o medronheiro para produzir aguardente a partir da destilação dos medronhos.
Recursos na Internet:
Espécies vegetais - Teixo

Teixo, Taxus baccata
Arbusto ou árvore até 25 metros, de folhagem persistente e crescimento muito lento. Tem o seu habitat nas montanhas, onde se encontra em perigo de extinção. O seu fruto é um falso fruto porque, aquilo que parece ser uma baga, não passa de uma semente envolvida por um arilho ou falso invólucro, muito doce e comestível. Apesar de as suas folhas e ramos serem venenosos, neles se descobriu recentemente uma substância, o taxol, para a cura do cancro do útero. Este facto comprova a importância de preservarmos todas as espécies.
Recursos na Internet:
Espécies vegetais - Carvalho Negral

o nosso carvalho mais resistente ao frio. O seu fruto é uma glande e a semente uma bolota. Podemos encontrá-lo nos locais mais altos das nossas montanhas, nas terras frias do Nordeste
Transmontano e da Beira Alta. As folhas são pubescentes (parecem veludo), de um tom verde-acinzentado. Apesar de ser uma árvore de folha caduca, as folhas têm a particularidade de murchar no Outono mas permanecerem presas aos ramos da árvore durante grande parte do Inverno. Como é muito explorado para as lareiras, as árvores nunca chegam a crescer muito, tomando o nome de carvalhiça. Contudo podem atingir os 25 metros.
Recursos na Internet:
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