terça-feira, 13 de outubro de 2009

Aditivos alimentares


Os aditivos alimentares são substâncias que são adicionadas aos alimentos com o propósito de manter ou modificar o seu sabor ou melhorar a sua aparência. Alguns aditivos são utilizados há séculos, como o sal (por exemplo no presunto) ou o vinagre (nos picles) entre outros.
Com o desenvolvimento da indústria alimentar na segunda metade do século XX, foram progressivamente introduzidos novos aditivos,mais fortes,azedos,molhados,secos,mal cheirósos e duráveis de origem natural e artificial, permitindo a produção em larga escala e o transporte de alimentos a grandes distâncias, assegurando que o produto chega ao consumidor com um aspecto atractivo. Os aditivos utilizados na produção de um determinado alimento devem ser obrigatoriamente discriminados na sua embalagem, incluídos na lista de ingredientes utilizados na sua elaboração. Os aditivos utilizados pela indústria devem forçosamente ter sido objecto de aprovação prévia e fazer parte de uma lista dita positiva. Todos os aditivos eventualmente utilizados e não incluídos nessa lista são ilegais e o seu uso é portanto proibido. Na União Europeia, como meio para regulamentar a sua utilização e informar os consumidores, os aditivos alimentares são identificados por um código único composto de um número antecedido pela letra "E", o número E.

Fonte: Wikipédia
Para saberes mais sobre aditivos alimentares:

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

10 Recomendações para uma alimentação equilibrada


1.Faça uma pausa para lanchar: Lanches ligeiros a meio da manhã e da tarde, entre as refeições principais, permitem controlar melhor o apetite.

2. Faça um bom pequeno-almoço: Para ser completo, o pequeno-almoço deve incluir três grupos de alimentos: fruta, lacticínios e cereais. Antes de sair de casa, beba um copo de leite ou um iogurte e cereais de pequeno-almoço ou uma fatia de pão integral com queijo ou fiambre; acompanhe com fruta à sua escolha.

3. Inicie a refeição com hortaliças e legumes: Crus ou salteados, as verduras e legumes devem estar sempre presentes nas refeições. Estes alimentos são excelentes fornecedores de vitaminas, minerais e fibras; além de ajudar o intestino a funcionar melhor, diminuem a sensação de fome, principalmente se forem consumidas no início das refeições.

4. Beba líquidos: Água, chá, infusões e sumos naturais são as melhores opções para hidratar o seu organismo. Recomenda-se 1,5 a 2 litros por dia - o equivalente a 8 ou 10 copos. Parece muito? Mas lembre-se a água é o principal componente do nosso organismo.

5. Abuse das frutas: Recomendam-se cerca de 3 a 5 porções de fruta por dia. Elas encaixam-se perfeitamente em todas as refeições: ao pequeno-almoço, lanches entre as refeições ou como sobremesa.

6. Controle o consumo de sal: Evite o excesso. Reduza a quantidade de sal adicionado aos alimentos e evite alimentos muito salgados (ex: presunto, alguns tipos de queijo), pois eles aumentam a pressão sanguínea, aumentando o risco de desenvolver hipertensão. Para temperar e dar um toque especial aos seus pratos explore combinações de ervas aromáticas e especiarias.

7.Evite os fritos: Em vez de fritos, opte por grelhados, assados, ao vapor ou grelhados As frituras podem ser consumidas, mas desde que seja esporadicamente.

8. Experimente novos alimentos: Se só de pensar em alimentos integrais, frutas, grãos, soja, peixes e verduras começa a perder o ânimo - está na hora de rever seus hábitos! É cada vez mais conhecido o benefício destes alimentos para a saúde. Se não tem o hábito de experimentá-los, uma forma de o fazer é adicionar estes produtos aos seus alimentos habituais. Além de enriquecer a sua alimentação, conhecerá novos sabores.

9.Mastigue devagar: Mastigar bem os alimentos ajuda no controlo da saciedade e da digestão. Por isso, saboreie os alimentos e delicie-se com o seu aroma, gosto, temperatura e textura.

10. Alimentação, sinónimo de prazer e bem-estar: Tenha atenção ao que come e onde come. Procure fazer as suas refeições num local tranquilo e com um ambiente agradável.

Lembre-se que não existem alimentos proibidos!

Pode e deve comer de tudo um pouco, desde que prevaleça o bom senso e a moderação.
Uma alimentação correcta satisfaz a sensação de fome e previne doenças.
Utilize o potencial de cada alimento para ter saúde e longevidade com qualidade de vida.

Fonte:Fitness4you

terça-feira, 15 de setembro de 2009

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Bom ano lectivo

Desejo UM BOM ANO LECTIVO a todos os alunos, professores e encarregados de educação que visitam este Blogue.
Prof. Aníbal Gonçalves

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Relva no telhado para poupar energia

"Prédios e hospitais de Pequim, na China, adoptaram uma nova medida de protecção ambiental, em nome da poupança de energia: plantar relva nos telhados dos edifícios. Só recentemente a ideia está a ser aplicada no país, mas a poupança de energia, no Inverno e no verão, chega aos 26 por cento."

Jornal IOL Diário

segunda-feira, 11 de maio de 2009

5.ºAno - Quadras sobre a água 9


A água vai chorar
Até onde o homem chegar.
Novos seres vão surgir
Quando a água se rir.

Domingos Borgues, 5.ºC

Para bem viver
Muita água deves beber.
Não te esqueças da torneira fechar
Porque um dia a água irá faltar.

Sara Passeira, 5.ºC


Sou um bem precioso
Às fontes vou parar
Posso fazer boas acções
Como por exemplo regar.

Diana Garcia, 5.ºC

quinta-feira, 7 de maio de 2009

5.ºAno - Quadras sobre a água 8


A água é um bem,
Que temos de preservar
Para podermos beber
e o corpo hidratar.

A água é a vida
Sem ela não conseguimos viver
As plantas, homens e outros animais
Todos os dias têm que beber.

Adriana Freixo, 5.ºB

sábado, 2 de maio de 2009

quinta-feira, 26 de março de 2009

sexta-feira, 20 de março de 2009

Azevinho - Espécie protegida

Azevinho - Ilex aquifolium


Também conhecido como Azevinho espinhoso, Espinha sempre verde, Pica folhas, Pica ratos, Teio, Vidreiro, Visqueiro ou Zebro, esta árvore ou arbusto, de folha persistente, pode atingir mais de 15 metros de altura. Tem uma copa colunar larga, geralmente densa. A espécie desenvolve-se preferencialmente nos matos, bosques, sebes e valados da Europa Ocidental, Central e Meridional. No distrito de Vila Real, nasce de forma espontânea nas serras do Larouco, Barroso, Padrela, Alvão e Marão. O azevinho é uma árvore com folhas, verde-escuras, são quase sempre espinhosas. Possui um tronco direito, ramos horizontais, podendo os inferiores tocarem o solo, permitindo assim a sua propagação por mergulhia. A floração ocorre de Abril a Junho, sendo que as flores, com cerca de seis a oito milímetros, nascem em pequenos grupos nas axilas das folhas. Frutifica de Outubro a Dezembro e o seu fruto, cujo diâmetro oscila entre os sete e dez milímetros, é vermelho brilhante, com três a cinco pequenos lóculos no interior. O fruto amadurece no Inverno e pela sua cor torna-se muito vistoso, em contraste com a tonalidade verde escura das suas folhas. Os frutos possuem uma substância, a ilicina, que os torna tóxicos. A nível ecológico, o azevinho é considerado uma “árvore de sombra”, uma vez que suporta o coberto de árvores maiores. É um arbusto que se dá bem em qualquer solo, preferindo, no entanto, estações com pluviosidade alta ou média, bem como altitudes que não ultrapassem os 1300 metros. Trata-se de uma árvore que pode viver cerca de 300 anos. Normalmente, distingue-se por ser bastante procurada na época natalícia, a tal ponto que corre actualmente o risco de extinção, sendo totalmente proibida a sua colheita no nosso País. O Decreto-Lei nº 423/89 de 4 de Dezembro é categórico e explica que “é proibido, em todo o território do continente, o arranque, o corte total ou parcial, o transporte e a venda do azevinho espontâneo”. Para além disso, pode ler-se ainda que se trata de uma contra-ordenação punível com coima de 100 a 1000 euros, se for violado o disposto no artigo anterior, bem como dez mil euros se a contra-ordenação for praticada por uma pessoa colectiva.
Fonte: Mensageiro Notícias

domingo, 8 de março de 2009

A classificação dos seres vivos

As plantas 2

As plantas

Espécies vegetais - Oliveira


Oliveira, Olea europea L. Var. sylvestris
A oliveira utilizada para produção de azeite é a Olea europea L. var. europea mas a oliveira selvagem, que existe de forma espontânea em regiões como o vale do rio Sabor é a Olea europea L. var. sylvestris Bot. mais conhecida a nível nacional por zambujeiro. Em Mogadouro são conhecidas por zambulhos e são usadas para enxertia com oliveiras de cultivo porque desenvolvem fortes raízes que permitem cultivar oliveiras em terrenos pobres e rochosos.

Recursos na Internet:

Árvores autóctones

Segue abaixo a listagem de algumas das árvores autóctones mais frequentes da floresta portuguesa:

Nome comum

Nome científico

Espécies da Floresta Mediterrânica e Atlântica

Azinheira

Quercus rotundifolia

Cerejeira-brava

Prunus avium

Carvalho-português

Quercus faginea

Carvalho-negral

Quercus pyrenaica

Carvalho-alvarinho

Quercus robur

Medronheiro

Arbutus unedo

Pinheiro-manso

Pinus pinea

Pinheiro-bravo

Pinus pinaster

Zambujeiro

Olea europaea var. sylvestris

Sobreiro

Quercus suber

Espécies ripícolas – associadas a cursos de água

Amieiro

Alnus glutinosa

Freixo

Fraxinus angustifolia

Choupo-negro

Populus nigra

Borrazeira-negra

Salix atrocinerea

Salgueiro-branco

Salix alba

Ulmeiro

Ulmus minor

Espécies vegetais - Zimbro


Zimbro, Juniperus oxycedrus
O Juniperus oxycedrus, conhecido pelo nome vulgar de cedro-de-espanha, cade, oxicedro ou zimbro-bravo é uma espécie de zimbro, muito variável morfologicamente, formando mato disperso, de 2 a 3 metros de altura ou na forma de pequenas árvores erectas de 10 a 15 m de altura. Distribui-se pela região Mediterrânica, de Marrocos e Portugal até ao sul de França.

Recursos na Internet:

Espécies vegetais - Pinheiro bravo


Pinheiro bravo, Pinus pinaster
É uma árvore média, alcançando entre 20 a 35 metros. A copa das árvores jovens é piramidal, e nas adultas é arredondada. O tronco está coberto por uma casca espessa, rugosa, de cor castanho-avermelhada e profundamente fendida. A sub-espécie mediterrânica tende a possuir casca mais espessa, que pode ocupar mais de metade da secção do tronco. As suas folhas são folhas persistentes, em forma de agulhas agrupadas aos pares, com 10 a 25 centímetros de comprimento. Tem uma ramificação verticilada, densa, os ramos quando são jovens são muito espaçados e amplos.

Recursos na Internet:

Espécies vegetais - Sobreiro


Sobreiro, Quercus suber
Árvore de porte médio, com uma copa ampla, com uma altura média de 15 - 20 m. Pode atingir, em casos extremos, os 25 m de altura. O tronco tem uma casca espessa e suberosa, vulgarmente designada por cortiça. As folhas são persistentes, de cor verde-escura, brilhantes nas faces superiores e acinzentadas nas inferiores. Têm uma forma oval, com margem inteira ou ligeiramente serrada ou dentada; e têm indumento. O fruto do sobreiro é a glande, que tem uma forma oval-oblonga e um pedúnculo curto.

Recursos na Internet:

Espécies vegetais - Castanheiro

Castanheiro, Castanea sativa
Árvore caducifólia de porte mediano podendo atingir 25 a 30 m de altura, mas geralmente imponente quando adulta e isolada; possui copa ampla, larga nos sujeitos isolados. O tronco, grosso, revestido por casca que muda de cor e de textura com a idade, é espesso e direito; os ramos inferiores são compactos e de grande envergadura e os ramos superiores são torcidos.

Recursos na Internet:

Espécies vegetais - Medronheiro

Medronheiro, Arbutus unedo
Arbusto ou pequena árvore, até 10 metros, de folhagem persistente, típico das encostas secas do clima mediterrânico. O seu fruto, o medronho, é uma baga comestível mas ácida, de aspecto
granuloso, muito apreciada por algumas aves, como o gaio.
É espontâneo em Portugal e pode ser encontrado um pouco por todo o país. No entanto, no Algarve explora-se comercialmente o medronheiro para produzir aguardente a partir da destilação dos medronhos.

Recursos na Internet:

Espécies vegetais - Teixo


Teixo, Taxus baccata
Arbusto ou árvore até 25 metros, de folhagem persistente e crescimento muito lento. Tem o seu habitat nas montanhas, onde se encontra em perigo de extinção. O seu fruto é um falso fruto porque, aquilo que parece ser uma baga, não passa de uma semente envolvida por um arilho ou falso invólucro, muito doce e comestível. Apesar de as suas folhas e ramos serem venenosos, neles se descobriu recentemente uma substância, o taxol, para a cura do cancro do útero. Este facto comprova a importância de preservarmos todas as espécies.

Recursos na Internet:

Espécies vegetais - Carvalho Negral

Carvalho-negral, Quercus pyrenaica
o nosso carvalho mais resistente ao frio. O seu fruto é uma glande e a semente uma bolota. Podemos encontrá-lo nos locais mais altos das nossas montanhas, nas terras frias do Nordeste
Transmontano e da Beira Alta. As folhas são pubescentes (parecem veludo), de um tom verde-acinzentado. Apesar de ser uma árvore de folha caduca, as folhas têm a particularidade de murchar no Outono mas permanecerem presas aos ramos da árvore durante grande parte do Inverno. Como é muito explorado para as lareiras, as árvores nunca chegam a crescer muito, tomando o nome de carvalhiça. Contudo podem atingir os 25 metros.

Recursos na Internet:

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Charles Darwin


Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de Fevereiro de 1809 — Downe, Kent, 19 de Abril de 1882) foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da selecção natural e sexual. Esta teoria desenvolveu-se no que é agora considerado o paradigma central para explicação de diversos fenómenos na Biologia. Foi laureado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1859.
Darwin começou a interessar-se por história natural na universidade enquanto era estudante de Medicina e, depois, Teologia. A sua viagem de cinco anos a bordo do Beagle e escritos posteriores trouxeram-lhe reconhecimento como geólogo e fama como escritor. As suas observações da natureza levaram-no ao estudo da diversificação das espécies e, em 1838, ao desenvolvimento da teoria da Selecção Natural. Consciente de que outros antes dele tinham sido severamente punidos por sugerir ideias como aquela, ele confiou-as apenas a amigos próximos e continuou a sua pesquisa tentando antecipar possíveis objecções. Contudo, a informação de que Alfred Russel Wallace tinha desenvolvido uma ideia similar forçou a publicação conjunta das suas teorias em 1858.
No seu livro de 1859, "A Origem das Espécies" (do original, em inglês, On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life), ele introduziu a ideia de evolução a partir de um ancestral comum, por meio de selecção natural. Esta tornou-se a explicação científica dominante para a diversidade de espécies na natureza.
Em reconhecimento à importância do seu trabalho, Darwin foi enterrado na Abadia de Westminster, próximo a Charles Lyell, William Herschel e Isaac Newton. Foi uma das cinco pessoas não ligadas à família real inglesa a ter um funeral de Estado no século XIX.

Mais informação sobre Charles Darwin na Wikipedia

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Reprodução nos animais 2

Reprodução nos animais

Os marsupiais

Os marsupiais são animais vivíparos que pertencem à subclasse dos mamíferos metatherios, cujos embriões se desenvolvem no útero e nascem precocemente (sem estar completamente formado), terminando o desenvolvimento no interior de uma bolsa de pele (o marsúpio), uma extensão ventral da barriga da mãe.
Os marsupiais mais conhecidos são: os cangurus, os coalas e o demónio da Tasmânia (Austrália), os gambás e as cuícas (América do Sul).
Esses mamíferos com placenta rudimentar, portanto com reduzido período gestacional (de 13 a 35 dias), inicialmente alojam os embriões no interior da cavidade uterina, até que se esgote o suprimento nutricional do saco vitelínico.
Após o nascimento este pequeno ser, ainda imaturo, se agarra aos pêlos da mãe em direcção ao marsúpio, que contêm glândulas mamarias, fornecendo alimento (leite) aos filhotes que ali completam seu desenvolvimento.

Por Krukemberghe Fonseca
Graduado em Biologia
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Período de gestação de alguns animais


Em zoologia, a gestação refere-se ao estado resultante da fecundação de um óvulo pelo espermatozóide, envolvendo também o desenvolvimento, no útero, do feto que foi gerado pela fecundação e termina com o parto ou nascimento.

Espécie -(dias de gestação)
humano - 266
chimpanzé - 227
gorila - 257
vaca - 284
bisonte - 270
alces - 245
lama - 330
cabra - 150
carneiros - 148
urso, preto - 210
lobo - 64
elefante, Asiático - 645
elefante, Africano - 640
leão - 108
leopardo - 94
porco, doméstico - 114
coelho - 33