quarta-feira, 8 de julho de 2009

Relva no telhado para poupar energia

"Prédios e hospitais de Pequim, na China, adoptaram uma nova medida de protecção ambiental, em nome da poupança de energia: plantar relva nos telhados dos edifícios. Só recentemente a ideia está a ser aplicada no país, mas a poupança de energia, no Inverno e no verão, chega aos 26 por cento."

Jornal IOL Diário

segunda-feira, 11 de maio de 2009

5.ºAno - Quadras sobre a água 9


A água vai chorar
Até onde o homem chegar.
Novos seres vão surgir
Quando a água se rir.

Domingos Borgues, 5.ºC

Para bem viver
Muita água deves beber.
Não te esqueças da torneira fechar
Porque um dia a água irá faltar.

Sara Passeira, 5.ºC


Sou um bem precioso
Às fontes vou parar
Posso fazer boas acções
Como por exemplo regar.

Diana Garcia, 5.ºC

quinta-feira, 7 de maio de 2009

5.ºAno - Quadras sobre a água 8


A água é um bem,
Que temos de preservar
Para podermos beber
e o corpo hidratar.

A água é a vida
Sem ela não conseguimos viver
As plantas, homens e outros animais
Todos os dias têm que beber.

Adriana Freixo, 5.ºB

domingo, 3 de maio de 2009

sábado, 2 de maio de 2009

sexta-feira, 1 de maio de 2009

terça-feira, 14 de abril de 2009

quinta-feira, 26 de março de 2009

sexta-feira, 20 de março de 2009

Azevinho - Espécie protegida

Azevinho - Ilex aquifolium


Também conhecido como Azevinho espinhoso, Espinha sempre verde, Pica folhas, Pica ratos, Teio, Vidreiro, Visqueiro ou Zebro, esta árvore ou arbusto, de folha persistente, pode atingir mais de 15 metros de altura. Tem uma copa colunar larga, geralmente densa. A espécie desenvolve-se preferencialmente nos matos, bosques, sebes e valados da Europa Ocidental, Central e Meridional. No distrito de Vila Real, nasce de forma espontânea nas serras do Larouco, Barroso, Padrela, Alvão e Marão. O azevinho é uma árvore com folhas, verde-escuras, são quase sempre espinhosas. Possui um tronco direito, ramos horizontais, podendo os inferiores tocarem o solo, permitindo assim a sua propagação por mergulhia. A floração ocorre de Abril a Junho, sendo que as flores, com cerca de seis a oito milímetros, nascem em pequenos grupos nas axilas das folhas. Frutifica de Outubro a Dezembro e o seu fruto, cujo diâmetro oscila entre os sete e dez milímetros, é vermelho brilhante, com três a cinco pequenos lóculos no interior. O fruto amadurece no Inverno e pela sua cor torna-se muito vistoso, em contraste com a tonalidade verde escura das suas folhas. Os frutos possuem uma substância, a ilicina, que os torna tóxicos. A nível ecológico, o azevinho é considerado uma “árvore de sombra”, uma vez que suporta o coberto de árvores maiores. É um arbusto que se dá bem em qualquer solo, preferindo, no entanto, estações com pluviosidade alta ou média, bem como altitudes que não ultrapassem os 1300 metros. Trata-se de uma árvore que pode viver cerca de 300 anos. Normalmente, distingue-se por ser bastante procurada na época natalícia, a tal ponto que corre actualmente o risco de extinção, sendo totalmente proibida a sua colheita no nosso País. O Decreto-Lei nº 423/89 de 4 de Dezembro é categórico e explica que “é proibido, em todo o território do continente, o arranque, o corte total ou parcial, o transporte e a venda do azevinho espontâneo”. Para além disso, pode ler-se ainda que se trata de uma contra-ordenação punível com coima de 100 a 1000 euros, se for violado o disposto no artigo anterior, bem como dez mil euros se a contra-ordenação for praticada por uma pessoa colectiva.
Fonte: Mensageiro Notícias