Blogue de apoio à disciplina de Ciências Naturais, na Escola Básica de 2.º e 3.º Ciclos com Secundário de Vila Flor, em Vila Flor.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Azevinho - Espécie protegida
Azevinho - Ilex aquifolium

Também conhecido como Azevinho espinhoso, Espinha sempre verde, Pica folhas, Pica ratos, Teio, Vidreiro, Visqueiro ou Zebro, esta árvore ou arbusto, de folha persistente, pode atingir mais de 15 metros de altura. Tem uma copa colunar larga, geralmente densa. A espécie desenvolve-se preferencialmente nos matos, bosques, sebes e valados da Europa Ocidental, Central e Meridional. No distrito de Vila Real, nasce de forma espontânea nas serras do Larouco, Barroso, Padrela, Alvão e Marão. O azevinho é uma árvore com folhas, verde-escuras, são quase sempre espinhosas. Possui um tronco direito, ramos horizontais, podendo os inferiores tocarem o solo, permitindo assim a sua propagação por mergulhia. A floração ocorre de Abril a Junho, sendo que as flores, com cerca de seis a oito milímetros, nascem em pequenos grupos nas axilas das folhas. Frutifica de Outubro a Dezembro e o seu fruto, cujo diâmetro oscila entre os sete e dez milímetros, é vermelho brilhante, com três a cinco pequenos lóculos no interior. O fruto amadurece no Inverno e pela sua cor torna-se muito vistoso, em contraste com a tonalidade verde escura das suas folhas. Os frutos possuem uma substância, a ilicina, que os torna tóxicos. A nível ecológico, o azevinho é considerado uma “árvore de sombra”, uma vez que suporta o coberto de árvores maiores. É um arbusto que se dá bem em qualquer solo, preferindo, no entanto, estações com pluviosidade alta ou média, bem como altitudes que não ultrapassem os 1300 metros. Trata-se de uma árvore que pode viver cerca de 300 anos. Normalmente, distingue-se por ser bastante procurada na época natalícia, a tal ponto que corre actualmente o risco de extinção, sendo totalmente proibida a sua colheita no nosso País. O Decreto-Lei nº 423/89 de 4 de Dezembro é categórico e explica que “é proibido, em todo o território do continente, o arranque, o corte total ou parcial, o transporte e a venda do azevinho espontâneo”. Para além disso, pode ler-se ainda que se trata de uma contra-ordenação punível com coima de 100 a 1000 euros, se for violado o disposto no artigo anterior, bem como dez mil euros se a contra-ordenação for praticada por uma pessoa colectiva.
Fonte: Mensageiro Notícias

Também conhecido como Azevinho espinhoso, Espinha sempre verde, Pica folhas, Pica ratos, Teio, Vidreiro, Visqueiro ou Zebro, esta árvore ou arbusto, de folha persistente, pode atingir mais de 15 metros de altura. Tem uma copa colunar larga, geralmente densa. A espécie desenvolve-se preferencialmente nos matos, bosques, sebes e valados da Europa Ocidental, Central e Meridional. No distrito de Vila Real, nasce de forma espontânea nas serras do Larouco, Barroso, Padrela, Alvão e Marão. O azevinho é uma árvore com folhas, verde-escuras, são quase sempre espinhosas. Possui um tronco direito, ramos horizontais, podendo os inferiores tocarem o solo, permitindo assim a sua propagação por mergulhia. A floração ocorre de Abril a Junho, sendo que as flores, com cerca de seis a oito milímetros, nascem em pequenos grupos nas axilas das folhas. Frutifica de Outubro a Dezembro e o seu fruto, cujo diâmetro oscila entre os sete e dez milímetros, é vermelho brilhante, com três a cinco pequenos lóculos no interior. O fruto amadurece no Inverno e pela sua cor torna-se muito vistoso, em contraste com a tonalidade verde escura das suas folhas. Os frutos possuem uma substância, a ilicina, que os torna tóxicos. A nível ecológico, o azevinho é considerado uma “árvore de sombra”, uma vez que suporta o coberto de árvores maiores. É um arbusto que se dá bem em qualquer solo, preferindo, no entanto, estações com pluviosidade alta ou média, bem como altitudes que não ultrapassem os 1300 metros. Trata-se de uma árvore que pode viver cerca de 300 anos. Normalmente, distingue-se por ser bastante procurada na época natalícia, a tal ponto que corre actualmente o risco de extinção, sendo totalmente proibida a sua colheita no nosso País. O Decreto-Lei nº 423/89 de 4 de Dezembro é categórico e explica que “é proibido, em todo o território do continente, o arranque, o corte total ou parcial, o transporte e a venda do azevinho espontâneo”. Para além disso, pode ler-se ainda que se trata de uma contra-ordenação punível com coima de 100 a 1000 euros, se for violado o disposto no artigo anterior, bem como dez mil euros se a contra-ordenação for praticada por uma pessoa colectiva.
Fonte: Mensageiro Notícias
domingo, 8 de março de 2009
Espécies vegetais - Oliveira

Oliveira, Olea europea L. Var. sylvestris
A oliveira utilizada para produção de azeite é a Olea europea L. var. europea mas a oliveira selvagem, que existe de forma espontânea em regiões como o vale do rio Sabor é a Olea europea L. var. sylvestris Bot. mais conhecida a nível nacional por zambujeiro. Em Mogadouro são conhecidas por zambulhos e são usadas para enxertia com oliveiras de cultivo porque desenvolvem fortes raízes que permitem cultivar oliveiras em terrenos pobres e rochosos.
Recursos na Internet:
Árvores autóctones
Segue abaixo a listagem de algumas das árvores autóctones mais frequentes da floresta portuguesa:
| Nome comum | Nome científico |
| Espécies da Floresta Mediterrânica e Atlântica | |
| Azinheira | Quercus rotundifolia |
| Cerejeira-brava | Prunus avium |
| Carvalho-português | Quercus faginea |
| Carvalho-negral | Quercus pyrenaica |
| Carvalho-alvarinho | Quercus robur |
| Medronheiro | Arbutus unedo |
| Pinheiro-manso | Pinus pinea |
| Pinheiro-bravo | Pinus pinaster |
| Zambujeiro | Olea europaea var. sylvestris |
| Sobreiro | Quercus suber |
| Espécies ripícolas – associadas a cursos de água | |
| Amieiro | Alnus glutinosa |
| Freixo | Fraxinus angustifolia |
| Choupo-negro | Populus nigra |
| Borrazeira-negra | Salix atrocinerea |
| Salgueiro-branco | Salix alba |
| Ulmeiro | Ulmus minor |
Espécies vegetais - Zimbro

Zimbro, Juniperus oxycedrus
O Juniperus oxycedrus, conhecido pelo nome vulgar de cedro-de-espanha, cade, oxicedro ou zimbro-bravo é uma espécie de zimbro, muito variável morfologicamente, formando mato disperso, de 2 a 3 metros de altura ou na forma de pequenas árvores erectas de 10 a 15 m de altura. Distribui-se pela região Mediterrânica, de Marrocos e Portugal até ao sul de França.
Recursos na Internet:
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