sábado, 31 de maio de 2008

6.ºAno - Dia Mundial Sem Tabaco

31 de Maio - Dia mundial sem Tabaco

A maioria dos fumantes adultos começou a fumar antes dos 20 anos.
Os adolescentes começam a fumar sem se dar conta da dependência que causa a nicotina, que é o agente farmacológico do cigarro. O acto de fumar entre os jovens envolve estágios, que vão desde a preparação, a experimentação, ao fumo regular e finalmente ao uso da nicotina. Muitas vezes, o processo de dependência leva um ano ou menos. Uma vez que o adolescente não se dá conta da extensão do seu uso, neste estágio geralmente já possui dependência física e psíquica. Profissionais da saúde podem ignorar o fumo nos adolescentes dando a desculpa de que eles podem facilmente deixar de fumar. Esta ideia, entretanto, é incorrecta. Os adolescentes uma vez dependentes, são tão dependentes quantos os adultos. Além disso, a pressão social envolvendo os adolescentes pode até tornar mais difícil o acto de parar de fumar.
Os programas de interrupção do acto de fumar para os adolescentes são ignorados em favor dos programas de prevenção primária. Os programas de prevenção, porém, podem ser de grande ajuda indirectamente: O programa pode educar e condicionar o adolescente a reflectir sobre os efeitos nocivos do fumo, assim fazendo com que o adolescente siga mais propenso ao acto de deixar de fumar. Se o programa de prevenção falha, então é melhor usar programas voltados para a interrupção do acto de fumar.
Os adolescentes podem ser alvos indirectos para que deixem o cigarro, através de outros alvos, como os pais e outros modelos. As crianças têm quase três vezes mais chances de se tornarem fumantes se seus pais fumam; por isso, ajudando os pais a pararem de fumar, pode não ser só a prevenção para os filhos, mas pode também encorajar os adolescentes a deixarem o uso.
Quanto mais cedo for a interrupção do acto de fumar, mais rápido será a restauração da saúde e menor os danos. Os esforços para a cessação do fumo em adolescentes é o primeiro passo para a extinção desse uso.

Adapatado de: CEMPRE

sexta-feira, 30 de maio de 2008

6.ºAno - Tabagismo

Tabagismo significa abuso de tabaco.
É o vício de fumar regularmente um número considerável de cigarros, cigarrilhas, charutos ou tabaco de cachimbo. Fumar predispõe para o cancro do pulmão e outros, bronquite e enfisema pulmonar, úlcera gastro-duodenal, doenças cardio-vasculares e acidentes vasculares cerebrais. As mulheres fumadoras grávidas podem prejudicar o desenvolvimento e a viabilidade do feto. Os fumadores também prejudicam a saúde dos não fumadores junto de quem vivem, que acabam por ser fumadores contra vontade ("fumadores passivos").


Efeitos do tabaco no ser humano
  • No aparelho respiratório, 90% dos cancros são devidos ao tabaco.
  • No aparelho circulatório, a angina de peito, o enfarte do miocárdio, a hipertensão arterial e o acidente vascular cerebral são algumas das doenças mais frequentes.
  • Na área oto-rino-laringológica, 65% dos cancros da boca são devidos ao tabaco bem como a diminuição do olfacto e tendência para rouquidão.
  • No aparelho urinário, o tabaco pode provocar cancro da bexiga.
  • Ao nível sanguíneo, provoca alterações da coagulação.
  • Na mulher, o tabaco aumenta o risco de cancro do colo do útero e em combinação com a toma da pílula contraceptiva, aumenta o risco de trombose venosa.
  • No recém-nascido, o tabagismo da mãe aumenta o risco de malformações, parto prematuro, baixo peso ao nascer e síndrome da morte súbita.

Calcula-se que cerca de dois milhões e meio de pessoas morrem anualmente em todo o mundo, devido ao tabaco. Por isso, a Organização Mundial de Saúde propõe a luta, por todos os meios, contra esta autêntica epidemia dos tempos modernos.


Fonte: Portal da Juventude

Recursos online:

quarta-feira, 21 de maio de 2008

6.ºAno - Transmissão da vida


Foi pedido aos alunos do 6.ºano, durante o estudo da Reprodução Humana e Crescimento, que escrevessem uma quadra sobre o tema. As quadras tinham que incluir as palavras: Homem, Mulher, Amor e Vida.
Alguns acharam mais fácil fazer uma quadra para cada palavra, outros escreveram poemas sem ser quadras.
Estes são alguns dos exemplos das do que fizeram:

A amor está entre nós
E a Vida também
O homem e a mulher não estão sós
Nem eles nem ninguém.

O homem e a mulher
Estão unidos pelo amor
Criam uma nova vida
Aquecendo-a com calor.

Unidos para a vida
O homem e a mulher estão
Usam o seu amor
Para não estarem em confusão.

Nuno Morais, n.15, 6.ºA

A união entre o homem e a mulher
Vem do amor de uma vida
Abrange mais do que uma colher
E por vezes há louça partida.

Ana Borges, n.º1, 6.ºC


É preciso muito amor
Entre o homem e a mulher
Para dar vida ao mundo
É tudo o que Deus quer.

Se o homem e a mulher
Levam a vida com amor
Um dia mais tarde
Vão ter filhos de valor.

Daniela Moragado, n.º3, 6.ºC

Na vida há o amor
O amor existe na vida
Quando um homem gosta de uma mulher
São felizes para toda a vida.

Andreia, n.º2, 6.ºC

Um homem e uma mulher
A fazeram amor
Dão uma nova vida
Enchem o mundo de cor.

A vida a começar
O amor a florescer
A mulher a amar
O homem a corresponder.

David Peixoto, n.º6, 6.ºA

Entre o homem e a mulher
Uma vida já tem cor
Há um sentimento de alegria
O principal é o amor

Fernando Teixeira, 6.ºC, n.º7

O homem e a mulher
Unidos pelo amor
Dão vida a um ser
Que amam e dão calor.

Miguel Paulo, n.º14, 6.ºA

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Caracteres sexuais secundários

O desenvolvimento da sexualidade acontece durante toda a vida do indivíduo e depende da pessoa, das suas características genéticas, das interacções ambientais, condições socioculturais e outras, conhecendo diferentes etapas fisiológicas: infância, adolescência, idade adulta e senilidade.
Na adolescência aparecem os caracteres sexuais secundários e tornam-se mais evidentes os comportamentos sexuais, tanto a nível biológico como a nível sócio-afectivo.

Caracteres sexuais secundários masculinos
  • Mudança na voz.
  • Desenvolvimento corporal por aumento da massa muscular.
  • Aumento do tamanho do pénis e dos testículos.
  • Poluções nocturnas.
  • Aparecimento do acne.
  • Aparecimento de pêlos nos órgãos genitais, axilas, etc.
  • Maior secreção da hormona testosterona

Caracteres sexuais secundários femininos
  • Alargamento das ancas. Maior acumulação de gordura no tecido adiposo.
  • Desenvolvimento dos seios e das ancas.
  • Menstruação mensal.
  • Aparecimento do acne.
  • Aparecimento de pêlos nos órgãos genitais, axilas, etc.
  • Maior produção da hormona estrogénio e progesterona.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Transformações da Mente e do Corpo

A Adolescência, período de vida compreendido entre 10 e 20 anos, é uma fase bastante conturbada. Ocorrem transformações físicas e emocionais importantes, preparando a criança para assumir um novo papel perante a família e a sociedade. A criança desenvolve-se, amadurece e fica apta para usufruir sua sexualidade, firmando sua identidade sexual e buscando um par, já com a possibilidade de gerar filhos.

A fase onde há modificações no corpo chama-se de Puberdade. Ocorre a primeira menstruação nas meninas, as poluções masculinas (ejaculações espontâneas sem coito), o crescimento de pêlos no corpo, a mudança de voz nos rapazes, o amadurecimento genital, com aumento do tamanho do pénis e dos seios, entre outros.

Mas nem sempre esta fase vem acompanhada das transformações emocionais e sociais que são o marco da adolescência. Dependendo da cultura de cada povo, a adolescência pode chegar mais tarde, independente da criança estar já bem desenvolvida fisicamente. É o caso dos países ocidentais, como os Estados Unidos e a Inglaterra ou França. O processo de educação continuada e a grande soma de informações, por exemplo, acabam por retardar a necessidade, por parte dos jovens, da busca de uma vida separada de seus pais. Muitos ainda moram com a família depois dos 20 anos. Já em sociedades mais simples, como em algumas regiões do Brasil, da África ou da Ásia, a necessidade de força braçal, desde muito cedo, antecipa a entrada da criança na adolescência e nas responsabilidades que lhe são devidas.

Fonte: ABC da Saúde

quinta-feira, 6 de março de 2008

Evolução dos tempos

Sem querer, encontrei esta imagem na net. É bem ilustrativa da evolução do estilo de vida que o homem segue. Será que é isto que nós queremos?

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Obesidade aumenta em Portugal


X Congresso Português de Endocrinologia

A obesidade é uma doença que continua a aumentar em Portugal, segundo os resultados do Estudo da Prevalência da Obesidade em Portugal, que serão apresentados esta sexta-feira no âmbito do IX Congresso Português de Endocrinologia, a decorrer em Lisboa até ao próximo domingo.

Segundo José Luís Medina, presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo e também director do serviço de Endocrinologia do Hospital de S. João, no Porto, o estudo, liderado por Isabel do Carmo, desenvolveu-se entre 2003 e 2005 e baseou-se numa amostra de 8.116 pessoas, dos 18 aos 64 anos.

Segundo esta investigação, 2.4 % de pessoas têm peso a menos, o que contribui para o aparecimento de doenças como a anorexia nervosa, 39.4 % com sobrecarga de peso devido a um Índice de Massa Corporal superior a 25.

Os resultados revelaram ainda que 14.02 % da população estudada é obesa.

Perante estes resultados, José Luís Medina diz que é urgente fazer face a esta doença através de medidas de saúde pública “agressivas”.

A obesidade é um dos principais factores de risco para o desenvolvimento de doenças que afectam milhões de pessoas, entre as quais, hipertensão, diabetes, doença coronária ou acidente vascular cerebral.

25-01-2008
Correio da Manhã

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Benefícios da Actividade Física para o organismo


A actividade física realizada na maioria dos dias da semana melhora a saúde nos seguintes aspectos, segundo a OMS:

  • Reduz o risco de morte prematura.
  • Reduz o risco de morte por doença cardíaca.
  • Reduz o risco do desenvolvimento de diabetes.
  • Reduz o risco do desenvolvimento de hipertensão arterial.
  • Auxilia na redução do nível de hipertensão nas pessoas que já a possuem.
  • Reduz o risco do desenvolvimento do cancro de cólon.
  • Reduz sentimentos de depressão e ansiedade.
  • Auxilia o controle de peso.
  • Ajuda a construir e manter saudáveis ossos, músculos e articulações.
  • Ajuda os idosos a se tornarem mais fortes e mais aptos a se locomover sem cair.
  • Promove bem-estar psicológico.
Fontes: Texto; Fotografia.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Provérbios sobre alimentação

Foi pedido aos alunos do 6.ºAno Turma C para que recolhessem provérbios relacionados com a alimentação ou com os alimentos. Aqui fica uma pequena amostra dos provérbios recolhidos.


O primeiro milho é para os pardais.
No dia de S. Martinho vai à adega e prova o Vinho.
Grão a grão enche a galinha o sarrão.
No dia de S. Tiago vai à vinha e prova o bago.

Raquel Neves, nº14, 6ºC

Criança comilona, embrutece e é mandriona.
Quem carne come, carne cria.
Por cima de melão, vinho a meio tostão.
Com pão e vinho, anda-se o caminho.
Pão e figos, merenda de amigos.

Ana Borges, n.º1, 6.ºC

Deus dá nozes a quem não tem dentes.
Quem não trabuca, não manduca.
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
Guarda que comer, não guardes que fazer.
A cada uma boca, uma sopa.
A laranja de manhã é ouro, de tarde é prata e à noite mata.
Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura.
Se queres conhecer o vilão, mete-lhe a faca e o queijo na mão.
Pão de hoje,
Carne de ontem,
Vinho de outro Verão,
Fazem o homem são.


Fernando Teixeira, 6.C, n.º7

Dia de S. Martinho, vai à adega e prova o vinho.
Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.

Diogo Batista, n.º4, 6.ºC

No dia de S. Martinho, vai à pipa e prova o vinho.
Por cima de melão, vinho a tostão.
Quem come carne, carne cria.
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
Águas paradas não movem moinhos.
Bom prato, bom garfo.
Presunção e água benta, cada um toma a que quer.


Sara Morgado, n.º16, 6.ºC

Outros provérbios sobre ALIMENTAÇÃO já publicados neste blogue:

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Babe com medo aos lobos

Parque Natural de Montesinho garante que pessoas não estão em perigo, mas admite presença dos animais

A população de Babe, no concelho de Bragança, anda sobressaltada com os supostos ataques de lobos a animais de estimação. Segundo os populares, alguns cães terão, mesmo, sido mortos e comidos no último mês.

Por isso, agora há muitos habitantes que receiam ir sozinhos para os campos ou para a apanha da castanha. “As pessoas, principalmente as de mais idade, têm medo de ir para sítios mais isolados”, explicou o presidente da Junta de Freguesia de Babe (JFB), Manuel Esteves.

Paulo Miranda, habitante da aldeia, garante que as pessoas “andam completamente aterrorizadas”, ao passo que Francisco Afonso, também residente em Babe, recorda uma perseguição de um lobo ao seu cão.
Na óptica dos habitantes, esta aproximação dos lobos à aldeia pode colocar em perigo a vida das pessoas, uma teoria que é contrariada pelo biólogo do Parque Natural de Montesinho (PNM), Luís Moreira. “Existem anos em que os lobos descem mais, mas não têm um instinto agressivo, pelo que basta um barulho ou o latir dos cães para fugirem”.

Pessoas tendem a confundir a fisionomia do lobo com a dos animais canídeos

Para o técnico, muitas das “visões” de lobos relatadas pelas pessoas, não correspondem à realidade, dada a sua semelhança com os cães, pelo que não existem motivos para receios.

“Muitas vezes, confundem-se e, em 80 por cento dos casos em que somos chamados, os supostos lobos afinal são cães”, salientou o técnico.
Sobre os presumíveis ataques a animais de estimação, Luís Moreira explica que poderão ter sido causados por lobos, mas nunca dentro da aldeia ou de dia. “Estes animais têm características muito próprias e acredito que os cães poderão ter sido mortos, pois afastaram-se do dono à noite e estavam sozinhos”, sublinhou o biólogo.
A população, no entanto, prefere precaver-se e acusa os técnicos do PNM de terem lançado lobos nas matas da freguesia.

Confrontado com as acusações, Luís Moreira garante que “é uma ideia descabida, até porque esses lobos nunca sobreviveriam, pois eram rejeitados pelos que já ocupam o território”. Para o responsável, trata-se de “um mito rural actual” que não corresponde à verdade e que nasceu da “confusão com o repovoamento de coelhos em algumas zonas de caça”.

Sandra Canteiro, Jornal Nordeste, 2007-11-22
Fonte